segunda-feira, 26 de abril de 2010

Definitivo até que eu faça o contrário.

Bem, dessa vez eu resolvi que vou realmente voltar. Acho que o que me inspirou de vez agora foi ter visto o filme do Chico Xavier, eu finalmente entendi que não posso virar as costas pra um dom que me foi dado por Deus. A fluência com que eu consigo escrever besteiras, a minha prolixidade engraçada-deprimente só podem ser obra do divino e eu, mesmo não sendo um religioso stricto sensu, não gosto, pelo menos não nesse caso, de ir de encontro aos seus desígnios.
Estou voltando também porque acho que estou virando uma pessoa muito séria e isso me assusta, claro que quando eu uso aqui a palavra ''séria'' é tudo nos meus limites de seriadade. Bem, voltando à minha seriedade, meu perfil mudou totalmente. Eu já tenho uma carteira nacional de habilitação definitiva, estou num relacionamento longo e duradouro de 6 MESES e, pra completar, estou uma pessoa mais estudiosa esse semestre, acho que nem consigo mais escrever corretamente a palavra procrastinar(droga, acertei). Bem com tantas mudanças vocês devem imaginar quantas crises existenciais eu já passei, claro que o fator que mais gera crises hoje em dia é o fato de eu ter uma cnh definitiva e só usá-la como mero documento de identificação quando a classificação do filme é 16 anos e pedem pra ver minha identidade. Então, como eu estava dizendo, passei muito tempo em crise tentando solucionar os problemas da minha essencia, se é que existe mesmo uma essencia e essas crises fúteis essenciais acabavam por bloquear totalmente o meu inexorável poder criativo.
Bem, por hoje é só. Espero que vocês achem válido e não caído o meu retorno. Acabei de receber pelo twitter uma sugestão muito boa de novo: DANVANEIOS, achei válido.

Espero voltar em breve, mas, para toda sorte, Adeus.

domingo, 27 de setembro de 2009

Não vulgarizem o verbo estudar.

Oi, faz tempo que não posto aqui, ? Na verdade, acredito que essa postagem de hoje ainda não pode ser qualificada como uma volta, vim aqui apenas com o intuito de constatar um fato percebido por mim enquanto EU estava ESTUDANDO. Descobri que os meus momentos de estudos são mais esporádicos do que regulares porque eu não quero vulgarizar o sentimento de dever cumprido, a realização que confere uma meta atingida com sucesso, por isso, prefiro estudar só de vez em quando, raramente, pra que eu sempre possa dar valor a esse sentimento que me toma. E não, não pensem que isso é meramente uma desculpa esfarrapada de um vagabundo, pois, por trás dessa observação, existe realmente uma fundamentação empírica. Afinal, vejam vocês, se eu estudasse todos os dias, se criasse esse terrível hábito, mais dia, menos dia, eu ia acabar ficando indiferente ao sentimento de felicidade que antes era tão explícito. Infelizmente o ser humano tem uma capacidade de adaptação incrível e se acostuma com os mais variados acontecimentos, de forma que num determinado ponto o extraordinário se torna banal e eu não quero nunca banalizar o orgulho que estou sentindo de mim mesmo por ter estudado, por isso, um viva ao estudo esporádico e outro viva à procrastinação que é, na maioria esmagadora das vezes, mais forte do que eu!
ADEUS.

sábado, 5 de setembro de 2009

O acampamento.

Um momento que eu nunca vou esquecer, é o acapamento, lá eu passei um dos melhores momentos da minha vida, brinquei com meus colegas e tomei muito banho de piscina, também binquei numa gincana e minha equipe ganhou. A refeições erão(?) ótimas só não gostava de lavar meu prato, a noite a professora fez uma palestra sobre sexo, eu adorei mas já sabia de tudo, também revelei alguns segredos.
Ha! E a tarde eu brinquei de verdade ou consequência com pessoas que não posso revelar pois beijei algumas delas e acho que elas gostaram muito.
No outro dia nós fizemos uma caminhada, fomos até o rio e brincamos de pega-pega nos coqueiros.
Na volta fizemos um círculo e lembramos dos bons momentos, depois meu pai veio me buscar e u voltei pra casa.
[Texto feito por mim na quarta série, sem cortes ou correções ortográficas. Algumas coisas não mudam nunca. Polêmico e autêntico desde a mais tenra infância]

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Doces deletérios...

Eu ando ausente, eu sei. Não sei bem o porquê (sim, eu estudei o uso dos porquês), mas quando eu passo muito tempo sem postar aqui eu me sinto em falta, como se isso fosse, de certa forma, uma obrigação, boa, claro, mas não se descaracteriza. Hoje, depois de ir ao centro espírita, eu quase resolvi que não voltaria mais lá. Cada vez que retorno, eu percebo quão longe eu estou de fazer as coisas certas e lamento essa atração fatal que grande parte dos meus contemporâneos (claro que eu não ia falar só de mim, ?) sente pelo errado. O proibido não devia ser tão atraente, quase tão sensual quanto eu mesmo... Mas logo em seguida eu desisti de desistir, resolvi que o centro vai me ajudar a traçar o perfil do adulto que eu um dia serei, foi a melhor forma que eu encontrei de calar um pouco minha consciência. Nossa, minha mãe vai ler isso aqui eu ando entregue a todo tipo comportamento inspirado pelo trevoso. Calma, mãe, não é bem assim; são só os comportamentos deletérios que todo mundo comete, nada extraordinário. Eu só sei é que grande parte das melhores e mais engraçadas lembraças que eu tenho colecionado, são na verdade inlembranças, é tudo que eu não lembro ou que só tenho flashes, é o cenário que eu vou recompondo com auxílio dos meus amigos no dia seguinte, às custas de muita risada e, de vez em quando, alguma ressaca moral. Tá, eu sei que não é bonito esse meu conceito de ''juventude'', mas é meu, é o que eu tenho e, mãe, você sempre disse que era pra eu amar o que eu tenho, não foi? Pois bem, de qualquer forma, só estou sendo obediente. Além do que, é melhor levantar a bandeira dos conceitos torpes, tendo a coragem de assumir uma postura, mesmo que errada, do que criticar as bandeiras alheias e só levantar pra si a pior de todas: a da hipocrisia.
Meu Deus, eu cada dia mais brega. Vou indo, com uma depressão literária terrível, não tenho vontade de fazer nada que não seja ler meu livro. Adeus.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Oi, Meu Nome é Dom Juan e o seu?

Estou cada dia mais sem assuntos pra dividir com você aqui e, quando estou sem assunto, sempre apelo pra nostalgia, afinal, recordar é viver, viver com vergonha. Hoje eu vou expor, através de um conto que, provavelmente, será muito bem escrito, como o meu gene da paquera é desenvolvido e o quão conquistador eu sou:
Estava eu um dia passeando pelo shoping. Nossa, que começo mais brega. Eu não sou de passear no shoping, só vou no shoping quando tenho negócio, pra falar a verdade, e nesse dia eu estava procurando uma roupa pra comprar pra usar na minha formatura do terceiro ano, mas isso não vem ao caso, já sou bastante prolixo sem os detalhes desinteressantes. Pois bem, estava eu lá, onde já disse que estava, quando, de repente, não mais que de repente, eu avisto uma menina linda, começo a encará-la com meu olhar psicopata, como se eu a conhecesse de algum lugar, até ela sair totalmente do meu campo de visão. E quando eu falo em campo de visão, está inclusa também toda a rotação que meu pescoço aguentar, de forma que eu sou realmente capaz de assustar qualquer pessoa. Continuei caminhando tranquilamente, jogando meu charme e pensando:
''Meu Deus, que menina linda. Se eu encontrar com ela de novo eu juro pra mim mesmo que abordo ela na cara dura''
Encontrei a menina de novo. E, mais uma vez, coloquei na cara o meu olhar mais psicopata, que eu e minha mãe julgamos o mais charmoso, e enderecei mais uma vez para ela. E continuei pensando.
''Porra, dessa vez não deu e foi só uma coincidência, mas se eu encontrar de novo, com certeza eu falo!''
Continuei caminhando por lá, achei o que eu queria e fui pro ponto de ônibus, já que ninguém daqui de casa se compadeceu com o meu sofrimento. Quando eu chego no ponto de ônibus, quem está lá? Ela.
''Nossa, preciso parar de encarar essa menina, no mínimo ela deve achar que eu sou um assaltante, acho melhor nem falar mais com ela, a não ser que ela entre no mesmo ônibus que eu, ai, com certeza, seria um sinal divino''
Meu ônibus para, eu entro e quem entra em seguida? Ela. Resolvi que ia falar de qualquer jeito, tava ficando nervoso já com aquela situação e amaldiçoando a minha covardia e falta de ousadia, que, apesar de sonoro, não é uma rima legal. Ela sentou e eu continuei com o meu pseudo-charme, encarando-a pelo reflexo do vidro da janela do ônibus. Até que a sorte, que em tese deveria ter sorrido pra mim, me desafiou mais uma vez, só pra deixar mais evidente minha falta de malemolência. O banco do lado dela ficou vago e lá vou eu sentar ao seu lado.
''Puta merda, se eu não falar com ela agora, meu nome não será mais Daniel''
É claro que até hoje eu continuo sendo Daniel, nunca cumpro minhas promessas mesmo... Como eu vi que não conseguiria falar eu tive uma idéia genial e quando eu digo genial, é ge-ni-al mesmo.
''Já sei, como eu não consigo falar, vou escrever um bilhete pra ela mandando ela me adicionar no msn!''
Então, eu, que nessa hora, vale ressaltar, estava do lado dela, pego meu caderno, minha caneta e começo a escrever um recadinho num pedaço mínimo de uma folha, afinal, economia sempre em primeiro lugar. Mas, como se fosse Malhação, sempre surgia um novo problema: onde estaria minha coragem, minha falta de noção, minha falta de auto-crítica, falta de sanidade mental, de vergonha na cara, de senso de ridículo e minhas tantas outras faltas que me ajudariam a entregar aquele bilhete na mão da minha vizinha de banco? Então, já no apogeu do desespero e da loucura tive mais uma idéia brilhante e quando eu digo brilhante, é bri-lhan-te mesmo.
''Já sei! Como já tá perto do meu ponto, eu vou me levantar agora, entregar o bilhete pra mulher que está sentada atrás de mim e pedir pra ela entregar pra minha Paixão Relâmpago''
Desfecho cômico, mas quase trágico:
A menina recebeu o bilhete, eu quase era atropelado, porque saí nervoso do ônibus e não olhei pros lados ao atravessar a rua. Pra o meu total espanto ela me adicionou no msn, conversamos normalmente, PORÉM na hora da despedida ela me disse algo que eu nunca, NUNCA vou esquecer:
SHAU.
E shau pra mim é phim.
Essa é mais uma história de amor como as outras, onde começo tudo é sublime e emocionante, mas, como já dizia o cantor de Vibrações Rasta, vem sempre uma queda depois do apogeu. Brinquei!

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Quantas camisinhas seus pais usariam por vocês?

Bem, hoje eu não posso demorar muito escrevendo aqui por que agora eu defini o meu toque de recolher e resolvi também cumprir as promessas que eu me faço, cansei de me sacanear o tempo inteiro. Mentira, eu nem cansei, na verdade. Sempre bom descumprir as promessas que eu me faço e testar a minha paciência comigo mesmo, com isso eu percebo a minha benevolência, por que eu não me julgo, não me estresso comigo, me perdou facilmente e me amo acima de tudo. Notei que passou o dia dos pais e eu não falei nada do meu, ? Na verdade eu nunca falo dele aqui por que ele não se incomoda de eu beber, então eu não preciso me justificar aqui, porque ele não é, nesse caso, o genitor repressor. Mas meu humor ácido com certeza veio do esperma dele, por isso eu agradeço muito e não é por que ele não aparece aqui que eu não o ame em demasia. Lembro uma vez, digo várias vezes, quando eu o aperriava um pouco ele sempre dizia:
-Porra, cara, se eu soubesse que você ia nascer tão chato, eu tinha usado logo duas camisinhas!
Mas eu sei que ele estava brincando e, além disso, eu descobri na quarta série que quando ele dizia isso, na verdade ele queria dizer, mesmo que inconscientemente, que me amava demais e que nem imagina como seria a vida dele sem mim, que eu tinha que nascer a qualquer custo. Porque na quarta série? Porque nas aulas de educação sexual ministradas pela professora de educação artística, me foi ensinado que quando a pessoa usa 2 preservativos de uma vez só é muito arriscado, o efeito surtido é o extremo oposto.
Bem, hoje eu não posso ser prolixo. Já estou com sono e ainda tenho que cuidar da minha inscrição do BBB, esse ano eu, com certeza, vou. Espero poder contar com os votos dos meus 20 (?) fãs! Adeus. Depois eu posto aqui minhas respostas pras milhões de perguntas do questionário!

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Não gosto de músicas intrumentais.

Tudo que rola nas minhas madrugadas fúteis e essencias.


Dan. diz:
NOSSA
INSTRUMENTAL
ME MATA
ACABA COMIGO
PREFIRO QUE JOGUEM ÁCIDO EM MIM
do que ouvir um instrumental
queimaduras de quinto grau
do que ouvir um instrumental
assistir ao pica-pau
do que ouvir um instrumental
vomitar e passar mal
do que ouvir um instrumental
me balançar num coqueiral
do que ouvir um instrumental
meu deus
eu sou pura poesia.

Eu não tenho senso do ridículo mesmo, e daí?

P.S: Nada contra o pica-pau, só precisava rimar.