sexta-feira, 10 de julho de 2009

Parábola bíblica. Versão Atualizada e Sem Cortes.

Vou contar aqui pra vocês uma historinha que vocês nunca ouviram em nenhuma igreja e nunca leram na bíblia. É uma história antiga, do tempo que Deus criou o paraíso e botou Adão lá. Pois bem, o começo vocês já sabem e eu não vou me prolongar aqui contando histórias batidas. O que vocês não sabem é que no jardim do Éden, além do fruto proibido, havia também a academia proibida, que é onde Deus sempre malhava pra viver uma eternidade saudável.
Então ele falou pra Adão e pra Eva também que já estava morando lá na época: ''Vocês podem comer tudo que tiver aqui menos dessas maçãs, que são as minhas preferidas. Ah, outra coisa, podem se exercitar a vontade, fazer caminhadas nos bosques, nadar no rio, podem fazer o 'djabaquatro', contanto que não entrem na minha academia.''
No começo Adão pensou ''Fechou balada, odeio maçã e nunca fui de fazer exercício mesmo...''. Ele passou anos vivendo harmonicamente no paraíso, comia de tudo, menos do fruto proibido. Mas, certo dia, depois de ouvir muitas reclamações de Eva em relação à sua aparência, que estava cada vez pior, Adão foi em direção ao rio completamente cabreiro intuindo ver o seu reflexo na água. Para sua infelicidade, Eva estava coberta de razão, ele pensou em culpá-la, dizer que tudo aquilo havia começado depois que teve sua costela arrancada, mas Adão era sensato e resolveu não procurar encrenca. Voltando do rio, encontrou sua amada e iniciou o seguinte diálogo:
-Meu amor, você está coberta de razão, já não sou mais tão gatinho como eu costumava ser, e agora, o que eu faço?
-Pois é, o melhor de você era sua costela, que foi muito bem aproveitada, como você pode ver. Sabe o que eu faria no seu lugar?
-Não, o que?
-Tudo que eu mandasse. Eu conheço uma dieta muito boa a base de maçã, que você vai perder peso muito rápido, e você deveria malhar na 'Performance Paradisíaca' para obter resultados mais rápidos...
-Mas meu bem, Deus proibiu taxativamente ambas as coisas, será que eu devo desobedecê-lo?
-Deixa de ser mole, Adão. Por mim... [Nessa hora Eva deixa cair ''acidentalmente'' a sua folhola (folha usada como caçola)]
Adão, então, sentiu-se praticamente na obrigação de dizer sim ao pedido da sua amada e no dia seguinte, digo na segunda feira (ninguém começa dieta nem academia num dia seguinte qualquer, tem que ser segunda feira) começou a seguir os conselhos de Eva.
Milagrosamente, com menos de uma semana de dieta e academia, Adão já tinha voltado a ser quando era na época que tinha todas as costelas, estava se sentindo forte, bonito e sensual e o seu relacionamento ia de ''bem a melhor''.
Só que Deus não gostou nada da rebeldia de Adão e chamou ele pra bater um papo acerca do contrato de condomínio que Adão assinou quanto topou se mudar pro Éden.
-Adão, eu não fui suficientemente claro nas minhas pouquíssimas restrições?
-Err... fo-foi...
-Então porque me desobedeceste, filho?
-Pra agradar Eva, me desculpe, Deus!
-Tudo bem, meu filho, mas suas atitudes terão consequências, você violou as 2 únicas cláusulas do nosso contrato.
-O que acontecerá comigo e com Eva.
-Bem, Eva, por ter te aconselhado para o mal, te induzido ao pecado, sofrerá as dores do parto e sangrará uma vez por mês e você, que foi fraco, sentirá as dores da academia por causa do ácido lático que será liberado nos seus músculos, demorarás para obter os resultados que espera e o pior: se parar de malhar perderás tudo ou quase tudo que foi conquistado. E tenho dito. Pode arrumar suas malas.
-Tudo bem, sua resolução é justa, preciso de um mês pra procurar um lugar novo pra morar e sair do Éden.
-Ok, leve o tempo que precisar. Ah, outra coisa, tudo que foi dito anteriormente é extensível para todos os seus descendentes para sempre.
Por causa deles eu sofro. todo dolorido aqui da academia.
A lição que fica é que não devemos escutar mulheres que não sejam nossas mães, pelo menos não inteiramente.
Adeus.

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Nostalgia na madruga.

Eu não consigo não postar, to viciado já. Geralmente eu escrevo aqui coisas que eu pensei ao longo do dia, o que me aconteceram e despertaram a minha atenção, como nada disso tem ocorrido e eu desenvolvi certa necessidade de escrever, quero deixar claro uma coisa aqui: assim como os museus, meu blog também vive de passado.
Estava lembrando hoje que desde quando eu era pequeno, as pessoas sempre comentavam que meus cílios eram grandes e eu sempre fui indiferente a isso. Só que é aquela coisa, né? Cabeça vazia, oficina do capeta. Eu sempre fui um exemplo vivo disso, minhas tardes ociosas de infância nunca me renderam bons frutos. Ou eu comia muito, o que era o mais comum, ou aprontava alguma. E, às vezes, nos dias de muita inspiração eu conciliava os dois. Lembro que um dia minha mãe comprou aqueles nescauzinhos pra eu tomar tipo, ao longo do mês inteiro, era uma quantidade razoavelmente boa de Nescau. Pois bem, eu resolvi tomar todos no dia e construir maquete de uma casa só com caixas de fósforo (móveis) e caixinhas de Nescau (paredes, portas e acabamentos no geral). Imaginem o tamanho que eu não era nessa minha época ócio-alimentar-criativa. Pois bem, só queria ilustrar aqui que cabeça e barriga vazias são ambas oficinas do trevoso. Então, certo dia depois de muito ouvir comentários sobre meus cílios, eu fui analisá-los no espelho e cheguei à seguinte conclusão: É, meus cílios são grandes. Depois de constatar o óbvio, prontamente peguei uma tesoura e cortei os cílio do olho esquerdo.
Assim que eu terminei minha ‘’body modification’’ fui mostrar pra minha mãe, que ficou assustada e, não obstante, quis me aterrorizar também, disse que meu cílio nunca mais ia crescer e, consequentemente, eu não conseguiria dormir nunca mais, afinal, o cílio é que faz o peso pra o olho fechar. Eu entrei em pânico, sempre gostei muito de dormir. Só lembro que nesse dia antes das 10 horas eu já estava dormindo um sono regido pelo medo...
Mesmo tendo conseguido dormir naquele dia, eu ainda acredito nas sábias palavras da minha mãe, porque isso explica muita coisa hoje em dia. Acredito até que meus cílios estejam maiores, mais pesados.
Ufa, to até mais aliviado.
Sinto meus cílios pesando, adeus.
TÉDIO

Do latim: passandus feriaius in paulus afonsus; significa não ter o que fazer, passar o dia coçando o... olho, geralmente é precedido pelos verbetes ''puta merda, estou morrendo de...''


Não consigo pensar quando estou entediado, não que eu geralmente pense pra escrever, acho que uso até inadequadamente esse verbo em se tratando das coisas que eu escrevo. Vou parar por aqui, porque minha mãe disse que não era pra eu ficar me depreciando no blog.

Adeus.

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Consultoria jurídico-amorosa

Depois de uma vasta análise sobre o relacionamento dessa cliente, que eu prefiro mantê-la em anonimato para preservá-la, comecei com minha conclusões:



Anônima com amor platônico distante diz:
pior é amar, ser amado, e ter um oceano de distância entre vcs!
Dan. diz:
e se esse oceano for um elemento completante desse suporte fático concreto, em?
se for toda a graça?
Anônima com amor platônico distante diz:
vc tá uma graça!
pensei nisso já
mas acho que não
Dan. diz:
tô adorando meu vocabulário
viva o marcos Mello
mas ai você só acha, né?
é difícil achar quando se vivencia factos diferenctes
Anônima com amor platônico distante diz:
Factos!
mtoo bom esse seu novo vocabulário
Dan. diz:
num é?
Hauahuahauahuahauhauah
Anônima com amor platônico distante diz:
qual seria a NJ (norma jurídica) que incidiaria sobre esse SF(suporte fático)?
Dan. diz:
ficam terminantemente probidos os amores platônicos ou impossíveis de qualquer sorte
sob pena de sofrimento e desgaste desnecessário
Anônima com amor platônico distante diz:
Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
vc é mto criativo, (apelido censurado, pois pode identificar a anônima)!
Dan. diz:
tendo aqueles amores separados pela distância ainda uma pena fiduciária extraordinária com gastos telefônicos, bebida pros dias de solidão e etc.
é sofrimento até onde a lei faculta.




E tenho dito.

De repente Paulo Afonso...

''Garota, eu vou pra Paulo Afonso
Tomar banho de cachoeira
Assistir muito seria-a-ado
Meu passatempo é vadiar.''
P.S: O banho de cachoeira é, digamos assim, uma licença poética. Não é algo verossimil. Nesse frio que está, não pretendo nem tomar muito banho de chuveiro.

domingo, 5 de julho de 2009

Sinto-me saudoso?

A minha profecia já está se concretizando, nas férias eu realmente não tenho assunto. Achei interessante meu primeiro post do mês, apesar de pouco valor literário (nossa, como se algum dos meus posts tivesse valor literário), representa um ''estado de espírito'' que eu espero que seja uma constante nas minhas férias. Já estou em Paulo Afonso e já me sinto assolado, invadido pelo tédio... Fiz muitos planos pra cumprir pelo menos metade deles, afinal, é essa a lógica do planejamento, né? Alcançar pelo menos metade do almejado. Pois bem, eu planejei pra essas férias continuar na academia e estudar processo, então, de acordo com minhas contas, se eu continuar malhando esse mês de férias, minha missão já estará cumprida e o que vier além disso é muito lucro. Bem, mas eu acho muito maçante ficar falando aqui de planejamento de férias e etc. às vezes eu me esqueço que sou uma pessoa interessante e acabo discorrendo a cerca desses assuntos. Acontece com qualquer um, piores são aqueles que passam a vida inteira esquecidos, né? Estar aqui em Paulo Afonso me deixa muito nostálgico e como o presente está monótono, porque não relatar fatos do passado? Olhando umas fotos hoje eu lembrei como eu era uma criança triste na época de carnaval, porque sempre via os álbuns dos meus irmãos cheio de fantasias iradas, tipo super homem, batman, mulher maravilha. Minha mãe, certa vez, me mandou pra uma festa de carnaval, não, corrigindo: minha mãe, certa vez, me mandou pra minha primeira festa de carnaval na minha escola aqui de Paulo Afonso, quando eu fazia alfebatização e precisava muito de aceitação social, fantasiado nada mais, nada menos do que de turista. Agora me digam vocês quem é que na alfabetização queria fazer amizade com turista? Eu queria me relacionar com Power Rangers, Batmans, Mulheres Maravilha, entre outras fantasias do momento, mas nunca me aproximaria de uma pessoa com fantasia de turista. Foi tudo muito traumático, acho que por isso eu geralmente bebo nos carnavais, pra esquecer. Uma cicatriz sempre vai ficar. Às vezes eu ainda sonho com a minha bermuda florida, minha camisa regata e o meu colar havaiano... Confesso que sofro bastante. Isso justifica até alguns comportamentos revoltosos que eu tinha na escola. Certa vez mesmo, brincando de Power Ranger eu joguei uma pedra na testa da filha da diretora, ninguém queria mais falar comigo. E outra vez eu mordi o braço da mesma, mas é uma longa e triste história que eu fui vítima, só queria participar da brincadeira, e mais uma vez recebi um gelo geral porque todo mundo perdeu a recreação, foi triste. Acho que por hoje não me lembro mais de nenhum relato interessante... Vou dormir. Adeus.

PS: A FILHA DA DIRETORA É MINHA AMIGA ATÉ HOJE, SÓ PRA VOCÊS SABEREM.

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Que a ebriedade traga espontaneidade.

Oi, galera. Sinto-me ébrio mas vim aqui postar de qualquer forma, porque já estava com saudade, então desconsiderem os erros de gramática, ou mesmo as incoerências aqui escritas, porque eu pouco estarei me importanto, vocês sabem... Na verdade eu nem sei o que falar. Poderia falar de várias coisas, como eu sempre posso, mas prefiro estar na minha plena consciência porque sei que sou um formador de opiniões, kkkkkkkkkkkkkkkkkkk!
realente sentindo dificuldades, mas criei o hábito já de postar, por isso vim aqui! lembrando aqui como eu sou uma pessoa boa e tranquila (tá, na verdade sou medroso)... Lá em coruripe estava eu andando sempre lindo e jogando charme, quando de repente só sinto alguém buscando algo no meu bolso, na hora eu sinceramente nem acreditei, mas quando eu encarei a pessoa eu vi que era e verdade e ri dela/pra ela porque eu não tinha quase dinheiro nenhum, foi uma tentativa de assalto a toa. Não sei se ele riu de volta por pena da minha pobreza ou debochando da mesma, sei que depois de muitas mãozadas no meu bolso eu desisti de ser rico. Deixei pra lá meus ideais capitalistas eu fui dançar forró, porque pelo andar da carruagem dinheiro não ia sobrar no meu bolso. O que eu sei é que no final eu encontrei uma correndo de ''ouro'' esquecida no meu bolso, que eu queria pagar o táxi pra voltar pra casa mas não consegui.
Eu sei que eu costumo escrever melhor e enrolar mais, mas não estou nas condições adequadas, adeus.